quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Amor próprio em primeiro lugar



Você morre para agradar os outros sem sentir que é realmente valorizado? Se isso corresponde a uma constante na sua vida, talvez seja a hora de se reavaliar internamente, afinal, o amor próprio é fundamental para que possamos amar o próximo.
Ajudar os outros sem esperar nada em troca é um gesto maravilhoso que deixa em evidência seu grande coração e capacidade de servir o próximo, mas lembre-se de que é necessário se amar primeiro para poder fazê-lo com outras pessoas do fundo do seu coração, sem abandonar seus próprios sonhos.
Sua natureza é de um ser humano excepcional, não duvidamos disso, porém, você parou para pensar se é feliz? Pergunte-se se você está esperando alguém que seja suficientemente agradecido para lhe valorizar e lhe devolver tudo isso que você entregou sem medida… pois, essa pessoa tão esperada é você! A verdade é que ninguém conhece melhor quais são seus anseios, sentimentos ou necessidades. 

Veja-se no seu próprio reflexo

Vamos fazer este exercício: sem que haja ninguém ao redor, pare diante de um espelho e observe-se detalhadamente. Só está você e ninguém mais poderá julgar a imagem que se projeta em frente. Enquanto faz isso, anote cada pensamento que surgir na sua mente.
Depois de 15 minutos ou mais (tome o tempo extra que quiser), leia o que você anotou. Agora faça uma lista separando o que você considera negativo das percepções positivas.

Se a balança se inclina mais a favor do negativo, é um indicativo de que você necessita prestar mais atenção em si. Pouco a pouco você poderá trabalhar cada um desses aspectos desfavoráveis que você marcou sobre você para conseguir resultados melhores. Porém, você já terá feito essa viagem maravilhosa de auto-descoberta, terá começado a ser franco consigo e a conhecer qual é a auto-percepção que você tem da sua própria pessoa.

Comece por você

Abraham Maslow, um dos principais expoentes da psicologia humanista, desenvolveu uma teoria relacionada com a “auto-realização”.
Este autor representou sua ideia em uma pirâmide onde explica que, para chegar ao ponto máximo de satisfação interna, devemos antes cobrir uma série de necessidades que vão desde as fisiológicas (alimentação, respiração e descanso), até aquelas que implicam querer a nós mesmos para chegarmos a ser criativos, espontâneos, com uma moral firme em nossa vida.
A autoestima é uma série de percepções, pensamentos e sentimentos que definem o comportamento de uma pessoa. É a forma como nos vemos e que, consequentemente, afeta a forma como interpretamos o mundo.

De acordo com o psicólogo americano Carl Rogers, “a raiz dos problemas de muitas pessoas é que elas se desprezam, e se consideram seres sem valor e indignos deserem amados”. Nestes casos, a aceitação constitui um passo importante para encontrar soluções.

Comece agora!

A partir de hoje, qualquer apreciação distorcida que você tiver de si próprio pode mudar. Você continuará estendendo sua mão a outros, embora cada vez mais a partir de um conhecimento profundo sobre quem é você e como você se sente.
Este será o primeiro passo para avançar na sua busca interna e lhe permitirá, principalmente, resgatar esses desejos que você tem que se atrever a cumprir, trazer à tona essas metas que um dia você deixou guardadas nessa velha gaveta… O que você acha de se atrever?
Imagem cedida por Isabel Bloedwater

Publicado aqui




Beijões Queen Size,

Claudia Rocha GorDivah